Messias Mendes conversou com a equipe do jornal Matéria Prima e recordou a época de glória da imprensa maringaense. Confira abaixo:
Seu pai saiu do interior da Bahia, em 1958, em busca do sonho de conseguir dinheiro e fazer o “pé de meia”. Como foi o início da sua história no norte do Paraná?
Meu pai arrendou uma fazenda de café próximo a Monte Castelo e mandou um primo nos buscar. Viemos de trem, oito dias de viagem. Ficamos um ano na fazenda, não deu certo e meu pai comprou um casebre na favela Cleópatra [que ficava próximo ao Cemitério Municipal]. Em seguida, mudamos para Mandaguari, meu pai tinha arrendado um sítio, onde ficamos por um ano. Em 1962 voltamos para Maringá e não saímos mais. Nessa época, Maringá não tinha nem asfalto, era só paralelepípedo na região central.
Meu pai arrendou uma fazenda de café próximo a Monte Castelo e mandou um primo nos buscar. Viemos de trem, oito dias de viagem. Ficamos um ano na fazenda, não deu certo e meu pai comprou um casebre na favela Cleópatra [que ficava próximo ao Cemitério Municipal]. Em seguida, mudamos para Mandaguari, meu pai tinha arrendado um sítio, onde ficamos por um ano. Em 1962 voltamos para Maringá e não saímos mais. Nessa época, Maringá não tinha nem asfalto, era só paralelepípedo na região central.
